A seção deste site intitulada Biblioteca contem agora dois exemplos de Itinerários (indicações de livros, artigos e vídeos que constituiram caminhos peculiares de leituras e referências importantes de pessoas e grupos criativos que participaram ou participam da investigação ou da experimentação sobre redes sociais): o publicado por David de Ugarte, sob o título “Introducción para nuevos indianos” e o publicado por Augusto de Franco sob o título “indicações de leituras sobre desenvolvimento”. Para ler o primeiro clique acima na seção Biblioteca. Para ler o segundo, clique aqui.
Blog
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11/07/08
Exemplos de Itinerários
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09/07/08
Conectados
Além do nodo de Curitiba (em constituição: ver post abaixo sobre Café da Manhã do dia 07/07/08), registraram seu desejo de se conectar à Escola-de-Redes nas últimas duas semanas (em ordem alfabética):
Aieska Lacerda
Alexsandra Ventura
Ana Maria Ribas
André Falconer
Andréa Prado
Aparecida Nogarolli
Ariadne Farias
Carla Cabrera Duarte
Carlos Boyle
Carlos Eduardo Siqueira
Carlos Lopes
Cássio Martinho
Cecília Tavares
Cezar Busatto
Consuelo Monteiro
Cristina Nascimento
Cristina Prado Rodrigues
Dalberto Adulis
Edio Schrader
Edson Joanni
Egeu Laus
Eraldo Lima
Fabiano Morais
Fernando Botelho
Gustavo Abadie
Hugo Ribeiro
Jandira Feijó
Janir Leite
João Cândido Pereira
Jorge Imperatore
Lara Elly
Lia Goren
Lourdes Alves
Luiz Carlos Peretti
Marco Antonio Dantas Lima
Maria Alejandra Nicolas
Maria Augusta de Franco
Maria Cecília Batista
Maria de Lourdes Karlinski
Maria Teresa Krats
Maria Zélia Carvalho
Mario Salimon
Moisés Basílio Leal
Omar Acosta
Rejane Arantes
Rodrigo Alvarez
Rosalvo de Menezes Filho
Rosana Vicente Velucci
Silvio Belbute
Simone Carneiro
Sueli Rodrigues
Thiago Baise
Não constam da lista acima as pessoas do nodo de Curitiba.
Larissa Barros (RTS) manifestou interesse em se conectar com outras pessoas interessadas em redes sociais. Graciela (RITS) quer conhecer mais o projeto. E Paulo Araújo enviou felicitações pela iniciativa.
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08/07/08
Visualcomplexity.com
VisualComplexity.com
pretende ser um espaço unificador para pessoas interessadas em visualizar redes complexas.
O principal objetivo do projeto é aumentar a compreensão crítica a respeito de diferentes métodos de visualização de redes, através de uma série de disciplinas tão diversas quanto Biologia, Redes Sociais ou Internet.Para visualizar redes sociais:
http://www.visualcomplexity.com/vc/index.cfm?domain=Social%20Networks -
07/07/08
O Café da Manhã do dia 07/07/08
O Café da Manhã do nodo de Curitiba da Escola-de-Redes ocorreu hoje, a partir das 07:30. Estiveram presentes (em ordem alfabética): Augusto de Franco, Carlos Quandt, Cláudia Amaral, Fabianne Balvedi, Fábio Duarte, José Marinho, Maria Alejandra Nicolás, Marília de Souza, Queila Souza e Sérgio Braga. A pauta: 1) este site; 2) Revista de Rede; 3) Curso de Inverno; e 4) Conferência Internacional sobre Redes Sociais. Os encaminhamentos: 1) fazer coletivamente uma listagem de pessoas que trabalham, do ponto de vista teórico e do ponto de vista prático, com redes sociais. 2) Realizar seminários para exposição de trabalhos dos pesquisadores conectados ou relacionados à Escola-de-Redes. 3) Começar a fazer um levantamento bibliográfico (de preferência comentado) sobre redes sociais (inclusive para alimentar a seção deste site chamada Biblioteca). 4) Começar a discutir o conceito, a programação e a logística da Conferência Internacional sobre Redes Sociais (prevista para 4 a 6 de dezembro de 2008, em Curitiba) a partir da proposta de trabalho inicial (ver abaixo). 5) Tomar a Conferência Internacional sobre Redes Sociais como eixo estruturador das atividades da escola em 2008 (usando o seu temário e, eventualmente, alguns dos seus palestrantes, para o Curso de Inverno - que deverá ocorrer somente na Primavera).
Conferência Internacional sobre Redes Sociais
Proposta Inicial de Trabalho | Draft para discussão
Um dos desdobramentos da CMDC – Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades. Uma iniciativa da Escola-de-Redes em parceria com…
4 de dezembro de 2008 | Redes Sociais e Internet
Mesa de Abertura 09:00-10:45
Grande Painel 11:00-13:00
10 Comunicações 15:00-16:00
5 Oficinas 16:30-18:00
Lançamento de livro 18:15-19:00 | A REDE
Conferência 19:30-21:00 | Duncan Watts
5 de dezembro | Redes Sociais, Democracia e Desenvolvimento
Mesa de Abertura
Grande Painel
10 Comunicações
5 Oficinas
Lançamento de livro 18:00-19:00 | DAS NAÇÕES ÀS REDES
Conferência
6 de dezembro | Redes Sociais e Sustentabilidade
Mesa de Abertura
Grande Painel
10 Comunicações
5 Oficinas
Lançamento de livro 18:00-19:00 | REVISTA DE REDES
Conferência
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23/06/08
Cinco claves para trabajar en red fructíferamente
Mi aporte a la inauguración del primer nodo de la Escuela de Redes, ayer en Curitiba:
- No hay que construir organización, no es necesario —ni positivo— fijar estructuras en una red distribuida. Es justo el modelo contrario al del activismo de los siglos XIX y XX, la organización preexiste y es la propia red distribuida.
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Cuando la comunidad emerge, no existe para ningún fin distinto del de la propia interacción de sus miembros. No tiene sentido por ejemplo hablar de lo que debería hacer u ofrecer la Escola de redes. Como dice nuestro amigo Augusto de Franco, la escuela es la red: no hay una institución que ofrezca o “haga” nada, no hay un sujeto colectivo, aunque se comparta una identidad, el proceso de aprendizaje emerge de la propia interacción, no de la participación en proyectos lanzados de arriba a abajo. Así que si queremos aprender o investigar sobre, pongo por caso, bibliotecas en red, lo mejor que podemos hacer es documentar por nuestra cuenta y abrir un debate en la red sobre ello.
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Las algaradas francesas del 2005 nos enseñaron que una red distribuida puede crecer extendiendo el conocimiento que ya ha alcanzado, sin tener que repetir una y otra vez su debate interno y el proceso de aprendizaje original. Para ello tan sólo es necesario que el crecimiento no sea una mera interconexión entre nodos sueltos o representantes de subredes por muy distribuidas que sean cada una de estas. Si la red crece de forma distruida, no conectando líderes, sino un número amplio de nodos entre si, las experiencias de cada red pasan a formar parte del conjunto de experiencias de cada una de ellas.
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En ningún caso este conocimiento es único, tiene una única posición. La plurarquía que mueve la capacidad adaptativa, innovadora, de las redes, se basa en la diversidad. Esa diversidad, esa divergencia de pareceres, es fundamental para la sostenibilidad de la red. ¿Por qué? Porque cuantas más alternativas sean exploradas más aumentarán las probabilidades de supervivencia ante cambios en el medio.
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Las redes que no celebran, no merecen tener nada que celebrar. La celebración, la fiesta, lo lúdico y lo lírico es fundamental para la generación de confianza… y la confianza es el capital de las redes sociales, la base del capital social de una red.
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23/06/08
Para se conectar à Escola-de-Redes
As pessoas que quiserem se conectar à Escola-de-Redes podem, provisoriamente - enquanto não estiver concluído o desenvolvimento do sistema próprio para isso - deixar seu nome e e-mail corretos clicando aqui.
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20/06/08
“Não reunir é a derradeira ordenação”
É hoje o dia do lançamento da Escola-de-Redes, durante a Pós-Conferência Aberta ao GFAL “Redes Sociais e Sustentabilidade”, da qual participarei, juntamente com David de Ugarte, em mesa coordenada por Rodrigo da Rocha Loures. Será às 19 horas, no CIETEP, em Curitiba e a entrada é franca, embora as vagas sejam fisicamente limitadas. Quem não puder comparecer, pode assistir tudo pela internet no site do Global Fórum.
Complementando minha visão da escola, publicada no post abaixo, aduzo aqui mais algumas reflexões pessoais.
A Escola-de-Redes, no que depender de mim, nunca será um grupo com um propósito que não possa ser público e compartilhado por todos os que dela participam. Já faz muito tempo que não organizo nem me agrego a grupos, patotas, igrejinhas, conventículos que adotam dois programas —um para dentro e outro para fora— e, assim, pensam sua atuação no mundo de forma tática, procurando cativar pessoas ou captar sua confiança, “fazer amigos”, usar a diplomacia para atingir seus objetivos. Depois de muitos anos de batalhas infrutíferas e de algum sofrimento, cheguei à conclusão de que esse tipo de atuação não é, vamos dizer assim (e não apenas porque sustentabilidade seja o tema da hora), eticamente sustentável, pois que leva necessariamente à utilização das pessoas como instrumentos, manipulando-as em prol de desideratos que elas não tiveram a chance de compartilhar.
Não temos nem que ganhar as pessoas para a nossa causa, nem de usá-las como escadas para a realização de nossos objetivos. Para quê? Isso é uma ilusão egóica: não vamos mesmo a lugar nenhum sem os outros. Por isso, imagino que devamos sempre estimular a diversidade de opiniões, de visões, de pontos de vista. O objetivo coletivo deve ser a polinização mútua de idéias e comportamentos. Somente assim será possível permanecermos abertos à mudança das nossas próprias opiniões, visões e pontos de vista e atitudes.
Não-alinhar. Não-reunir (como dizia Frank Herbert, numa passagem do “Messias de Duna” que não me canso de citar: “Não reunir é a derradeira ordenação”). Não criar espaços internos mais-estratégicos do que os externos (ou seja, não-separar).
Não traçar caminhos para os outros. Não criar sulcos para fazer escorrer por eles as coisas que ainda virão. Não tentar administrar o futuro. O desafio do novo nomadismo que está emergindo – não o nomadismo de grupos, de pessoas reunidas, e sim o nomadismo de pessoas conectadas em rede – é saber aceitar ou suportar a incerteza e a imprevisibilidade.
Toda rede é um conjunto de caminhos. Todo caminho é uma caminhada para o futuro. E cada caminho é uma possibilidade diferente de futuro. Se alguém está conectado a duas pessoas, tem dois caminhos, duas possibilidades diferentes de futuro. Se estiver conectado a dez pessoas, são dez possibilidades de inovação, são dez oportunidades, são dez portas diferentes para o futuro. São dez pílulas de cores diversas que —para lembrar a excelente metáfora do filme The Matrix— Neo pode tomar.
Ainda que a Escola-de-Redes possa ter nodos formados por grupos locais de pessoas, penso que a conexão mais importante —o principal constituinte da escola— é aquela feita por pessoas dispersas que querem cooperar.
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17/06/08
Como eu vejo a ESCOLA-DE-REDES
Em primeiro lugar dou a minha versão da notícia. Depois faço alguns comentários, também pessoais.
A notícia: O lançamento da ESCOLA-DE-REDES no Brasil
No dia 20 de junho de 2008, após o encerramento formal do GFAL (Global Fórum América Latina), na Pós-Conferência Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade, será lançado, em Curitiba, o primeiro nodo no Brasil da Escola-de-Redes.
Escola-de-Redes é uma rede de pessoas dedicadas à investigação teórica e à disseminação de conhecimentos sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving.
Do ponto de vista teórico, o estudo das redes sociais e das suas relações com a democracia (e a pluriarquia) e o desenvolvimento (ou a sustentabilidade), sobretudo com o desenvolvimento local, na perspectiva do localismo cosmopolita (ou glocalismo), constitui o foco central das investigações dos pesquisadores conectados a esse primeiro nodo da Escola-de-Redes.
Do ponto de vista prático, os processos de netweaving, quer dizer, de articulação e animação de redes sociais distribuídas, constitui o tema principal das atividades de capacitação e/ou transferência de tecnologias da Escola.
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17/06/08
¿Sostenibilidad? Fraternidad, Comunidad y Redes
Para la intervención en la Post-Conferencia sobre Redes y Sostenibilidad dentro del marco del GFAL América Latina, Juan Urrutia ha preparado un texto: “¿Sostenibilidad? Fraternidad, Comunidad y Redes”.
En esta reflexión, Juan Urrutia aborda la sostenibilidad desde un punto de vista holístico planteando cuatro ejes relacionados entre sí y cruciales para la la sostenibilidad social: Fraternidad, Comunidad, arquitectura de redes sociales y formas/evolución que adoptan estas redes sociales.
Me interesan …cuatro temas relacionados entre s´ y al mismo tiempo centrales para la sostenibilidad social. El primero de estos temas es el de la fraternidad como esa cualidad de los grupos humanos que los mantiene unidos. El segundo es cómo esa fraternidad conforma comunidades humanas que comportan ciertas pautas de conducta y por ellas se diferencian de otras comunidades. El tercero y el cuarto de los temas que deseo tratar se refieren a la red social como forma que adoptan las comunidades. Me interesa, en primer lugar, la arquitectura de esas redes y el papel que juega en ciertos asuntos y, en segundo lugar, como va variando esa arquitectura para preguntarnos si esa variación en el tiempo nos llevará a la sostenibilidad o a la fragilidad.
Como complemento a este texto os proponemos además la lectura de un trabajo anterior de Juan Urrutia “Aburrimiento, Rebeldía y Ciberturbas” al que hace referencia en “¿Sostenibilidad? Fraternidad, Comunidad y Redes”.
Agenda
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No dia 27 de setembro de 2008, um sábado, será lançado o Nodo-de-São-Paulo da Escola-de-Redes. Em breve vamos informar horário, local e a pauta.
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Lançamento do nodo da Escola de Redes no Brasil20/06/08 - 19 a 22hs.
CIETEP, Curitiba
Lançamento do nodo da Escola-de-Redes no Brasil durante a pós-Conferência ao GFAL, aberta ao público, sob o tema Redes e Sustentabilidade, com a presença de David de Ugarte, Juan Urrutia, Augusto de Franco e Rodrigo Loures.
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Apresentação do planejamento da Escola de Redes21/06/08 - 9 a 18hs.
Hotel La Dolce Vita, arredores de Curitiba
Apresentação do planejamento da Escola de Redes e da Revista de Redes no Segundo Encontro com David de Ugarte.