Escola de redes

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  1. Temos agora mais um meio de interação

    O site www.vintequatro.com foi reformatado para tal objetivo. Agora é um site de comunicação livre e aberta da Escola-de-Redes. Qualquer um pode publicar artigos, imagens e vídeos.

    Em breve o endereço deste site será www.redes.org.br (estamos redirecionando).

  2. Um novo projeto

    Enquanto o livro “Escola de Redes: Novas visões sobre a sociedade, o desenvolvimento, a Internet, a política e o mundo glocalizado” está no prelo, acabo de terminar um outro livro. Será o segundo volume da série. “Escola de Redes: Tudo que é sustentável tem o padrão de rede. Sustentabilidade empresarial e responsabilidade corporativa no século 21″. Clique no título para dar uma olhada no índice.

    Índice

    Apresentação

    Tudo que é sustentável tem o padrão de rede

    Parte 1
     Os fundamentos do conceito de sustentabilidade
     Autopoiese
     Interdependência, reciclagem, parceria, flexibilidade e diversidade
     Desenvolvimento como rede de co-desenvolvimentos interdependentes
     O capital social
     Um resumo
    Notas e referências da Parte 1

    Parte 2
     Sustentabilidade não é propriedade do ambientalismo
     É mais provável que o planeta se canse de nos salvar…
     A vida é um valor principal, mas não o único
     Uma definição insustentável de sustentabilidade empresarial
     Vejam só! Esqueceram da política
     Responsabilidade social como marketing não adianta muito
     O modelo da empresa que “funciona bem” não serve
     Nada pode durar para sempre: sustentável é o que muda, não o que permanece como está
     Não existe um caminho para a sustentabilidade
     Sustentabilidade não é um know how, mas um modo-de-ser
    Notas e referências da Parte 2

    Parte 3
     Por que redes?
     O que são redes?
     Redes propriamente ditas são apenas as redes distribuídas
     As redes sociais não são uma invenção contemporânea
     Redes sociais não são redes digitais
     Redes sociais não são clubes seletos de pessoas cooperativas
     Hubs, inovadores e netweavers: os novos papéis sociais nas redes
     Netweaving em redes sociais
     Resistindo às quatro tentações que impedem ou dificultam o netweaving
     As redes não duram para sempre e nem são feitas para crescer
     A rede não é um instrumento para fazer a mudança. Ela já é a mudança
     Uma rede só funciona quando existe
     Uma rede começa sempre com uma rede
     Começando a animar a rede
     A rede “acontecendo”
    Notas e referências da Parte 3

    Parte 4
     Afinal, o que é mesmo uma empresa?
     Da empresa-pirâmide para a empresa-rede
     O objetivo do trabalho em rede é a própria rede
     A ilusão do marketing viral
     Um roteiro para a transição
     E depois…
    Notas e referências da Parte 4

    Epílogo

    Indicações de leitura

  3. Estudo revive teoria dos seis graus de separação

    da BBC Brasil, 04/08/2008

    Um estudo feito nos Estados Unidos concluiu que a teoria dos seis graus de separação — segundo a qual apenas seis pessoas separam você de qualquer indivíduo no mundo — pode estar correta, embora talvez sete graus seja um número mais exato.

    Pesquisadores da Microsoft estudaram os endereços de pessoas que enviaram 30 bilhões de mensagens instantâneas usando o programa MSN Messenger durante um único mês em 2006.

    Quaisquer duas pessoas estão conectadas por, em média, sete ou menos conhecidos - dizem os especialistas.

    A teoria dos seis graus de separação, criada na década de 1960, exerce fascínio sobre muitos, e inspirou um filme homônimo, dirigido por Fred Schepisi e lançado em 1993.

    Em 2006, no entanto, foi questionada por uma especialista e caiu em descrédito.

    Em entrevista ao jornal americano Washington Post, um dos pesquisadores envolvidos no projeto Messenger, Eric Horvitz, disse que ele próprio tinha ficado chocado com os resultados.

    “O que nós estamos vendo indica que talvez exista uma constante de conectividade social para a humanidade”, disse Horvitz.

    “As pessoas já suspeitavam de que nós todos somos realmente muito próximos. Mas estamos mostrando em grande escala que esta idéia vai além do folclore”.

    Mito

    O banco de dados usado por Horvitz e seu colega Jure Leskovec envolveu toda a rede de mensagens instantâneas da Microsoft –cerca de metade de todo o tráfego de mensagens instantâneas do mundo– enviadas em junho de 2006.

    Para o estudo, duas pessoas foram consideradas conhecidas se tinham enviado ao menos uma mensagem instantânea uma à outra.

    Tentando chegar ao menor número de elos da corrente necessários para conectar todos os usuários incluídos no banco de dados, os pesquisadores concluíram que a média era de 6,6 elos e que 78% dos pares poderiam ser conectados por sete ou menos pessoas.

    A teoria dos seis graus de separação foi criada pelo psicólogo americano Stanley Milgram após uma série de experimentos conhecida como Small World (mundo pequeno) onde ele pedia a uma pessoa que passasse uma carta a outra, desde que essa outra pessoa fosse conhecida.

    O objetivo era que a carta chegasse a uma determinada pessoa, desconhecida da primeira, que vivia em uma outra cidade.

    Segundo Milgram, o número médio de vezes que a carta foi passada foi seis - daí a teoria dos seis graus de separação.

    Em julho de 2006, entretanto, a psicóloga Judith Kleinfeld, da Alaska Fairbanks University, analisou as anotações da pesquisa original de Milgram e verificou que 95% das cartas não haviam chegado ao seu destinatário final.

    Ela concluiu que a teoria dos seis graus não passava de um mito.

    Mas a equipe da Microsoft disse que seu estudo valida pela primeira vez, em escala planetária, a teoria de Milgram.

  4. Cinco claves para trabajar en red fructíferamente

    Mi aporte a la inauguración del primer nodo de la Escuela de Redes, ayer en Curitiba:

    1. No hay que construir organización, no es necesario —ni positivo— fijar estructuras en una red distribuida. Es justo el modelo contrario al del activismo de los siglos XIX y XX, la organización preexiste y es la propia red distribuida.
    2. Cuando la comunidad emerge, no existe para ningún fin distinto del de la propia interacción de sus miembros. No tiene sentido por ejemplo hablar de lo que debería hacer u ofrecer la Escola de redes. Como dice nuestro amigo Augusto de Franco, la escuela es la red: no hay una institución que ofrezca o “haga” nada, no hay un sujeto colectivo, aunque se comparta una identidad, el proceso de aprendizaje emerge de la propia interacción, no de la participación en proyectos lanzados de arriba a abajo. Así que si queremos aprender o investigar sobre, pongo por caso, bibliotecas en red, lo mejor que podemos hacer es documentar por nuestra cuenta y abrir un debate en la red sobre ello.

    3. Las algaradas francesas del 2005 nos enseñaron que una red distribuida puede crecer extendiendo el conocimiento que ya ha alcanzado, sin tener que repetir una y otra vez su debate interno y el proceso de aprendizaje original. Para ello tan sólo es necesario que el crecimiento no sea una mera interconexión entre nodos sueltos o representantes de subredes por muy distribuidas que sean cada una de estas. Si la red crece de forma distruida, no conectando líderes, sino un número amplio de nodos entre si, las experiencias de cada red pasan a formar parte del conjunto de experiencias de cada una de ellas.

    4. En ningún caso este conocimiento es único, tiene una única posición. La plurarquía que mueve la capacidad adaptativa, innovadora, de las redes, se basa en la diversidad. Esa diversidad, esa divergencia de pareceres, es fundamental para la sostenibilidad de la red. ¿Por qué? Porque cuantas más alternativas sean exploradas más aumentarán las probabilidades de supervivencia ante cambios en el medio.

    5. Las redes que no celebran, no merecen tener nada que celebrar. La celebración, la fiesta, lo lúdico y lo lírico es fundamental para la generación de confianza… y la confianza es el capital de las redes sociales, la base del capital social de una red.

  5. Para se conectar à Escola-de-Redes

    As pessoas que quiserem se conectar à Escola-de-Redes podem, provisoriamente - enquanto não estiver concluído o desenvolvimento do sistema próprio para isso - deixar seu nome e e-mail corretos clicando aqui.

  6. “Não reunir é a derradeira ordenação”

    É hoje o dia do lançamento da Escola-de-Redes, durante a Pós-Conferência Aberta ao GFAL “Redes Sociais e Sustentabilidade”, da qual participarei, juntamente com David de Ugarte, em mesa coordenada por Rodrigo da Rocha Loures. Será às 19 horas, no CIETEP, em Curitiba e a entrada é franca, embora as vagas sejam fisicamente limitadas. Quem não puder comparecer, pode assistir tudo pela internet no site do Global Fórum.

    Complementando minha visão da escola, publicada no post abaixo, aduzo aqui mais algumas reflexões pessoais.

    A Escola-de-Redes, no que depender de mim, nunca será um grupo com um propósito que não possa ser público e compartilhado por todos os que dela participam. Já faz muito tempo que não organizo nem me agrego a grupos, patotas, igrejinhas, conventículos que adotam dois programas —um para dentro e outro para fora— e, assim, pensam sua atuação no mundo de forma tática, procurando cativar pessoas ou captar sua confiança, “fazer amigos”, usar a diplomacia para atingir seus objetivos. Depois de muitos anos de batalhas infrutíferas e de algum sofrimento, cheguei à conclusão de que esse tipo de atuação não é, vamos dizer assim (e não apenas porque sustentabilidade seja o tema da hora), eticamente sustentável, pois que leva necessariamente à utilização das pessoas como instrumentos, manipulando-as em prol de desideratos que elas não tiveram a chance de compartilhar.

    Não temos nem que ganhar as pessoas para a nossa causa, nem de usá-las como escadas para a realização de nossos objetivos. Para quê? Isso é uma ilusão egóica: não vamos mesmo a lugar nenhum sem os outros. Por isso, imagino que devamos sempre estimular a diversidade de opiniões, de visões, de pontos de vista. O objetivo coletivo deve ser a polinização mútua de idéias e comportamentos. Somente assim será possível permanecermos abertos à mudança das nossas próprias opiniões, visões e pontos de vista e atitudes.

    Não-alinhar. Não-reunir (como dizia Frank Herbert, numa passagem do “Messias de Duna” que não me canso de citar: “Não reunir é a derradeira ordenação”). Não criar espaços internos mais-estratégicos do que os externos (ou seja, não-separar).

    Não traçar caminhos para os outros. Não criar sulcos para fazer escorrer por eles as coisas que ainda virão. Não tentar administrar o futuro. O desafio do novo nomadismo que está emergindo – não o nomadismo de grupos, de pessoas reunidas, e sim o nomadismo de pessoas conectadas em rede – é saber aceitar ou suportar a incerteza e a imprevisibilidade.

    Toda rede é um conjunto de caminhos. Todo caminho é uma caminhada para o futuro. E cada caminho é uma possibilidade diferente de futuro. Se alguém está conectado a duas pessoas, tem dois caminhos, duas possibilidades diferentes de futuro. Se estiver conectado a dez pessoas, são dez possibilidades de inovação, são dez oportunidades, são dez portas diferentes para o futuro. São dez pílulas de cores diversas que —para lembrar a excelente metáfora do filme The Matrix— Neo pode tomar.

    Ainda que a Escola-de-Redes possa ter nodos formados por grupos locais de pessoas, penso que a conexão mais importante —o principal constituinte da escola— é aquela feita por pessoas dispersas que querem cooperar.

  7. Como eu vejo a ESCOLA-DE-REDES

    Em primeiro lugar dou a minha versão da notícia. Depois faço alguns comentários, também pessoais.

    A notícia: O lançamento da ESCOLA-DE-REDES no Brasil

    No dia 20 de junho de 2008, após o encerramento formal do GFAL (Global Fórum América Latina), na Pós-Conferência Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade, será lançado, em Curitiba, o primeiro nodo no Brasil da Escola-de-Redes.

    Escola-de-Redes é uma rede de pessoas dedicadas à investigação teórica e à disseminação de conhecimentos sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving.

    Do ponto de vista teórico, o estudo das redes sociais e das suas relações com a democracia (e a pluriarquia) e o desenvolvimento (ou a sustentabilidade), sobretudo com o desenvolvimento local, na perspectiva do localismo cosmopolita (ou glocalismo), constitui o foco central das investigações dos pesquisadores conectados a esse primeiro nodo da Escola-de-Redes.

    Do ponto de vista prático, os processos de netweaving, quer dizer, de articulação e animação de redes sociais distribuídas, constitui o tema principal das atividades de capacitação e/ou transferência de tecnologias da Escola.

    ⇒ Leia mais

  8. ¿Sostenibilidad? Fraternidad, Comunidad y Redes

    Para la intervención en la Post-Conferencia sobre Redes y Sostenibilidad dentro del marco del GFAL América Latina, Juan Urrutia ha preparado un texto: “¿Sostenibilidad? Fraternidad, Comunidad y Redes”.

    En esta reflexión, Juan Urrutia aborda la sostenibilidad desde un punto de vista holístico planteando cuatro ejes relacionados entre sí y cruciales para la la sostenibilidad social: Fraternidad, Comunidad, arquitectura de redes sociales y formas/evolución que adoptan estas redes sociales.

    Me interesan …cuatro temas relacionados entre s´ y al mismo tiempo centrales para la sostenibilidad social. El primero de estos temas es el de la fraternidad como esa cualidad de los grupos humanos que los mantiene unidos. El segundo es cómo esa fraternidad conforma comunidades humanas que comportan ciertas pautas de conducta y por ellas se diferencian de otras comunidades. El tercero y el cuarto de los temas que deseo tratar se refieren a la red social como forma que adoptan las comunidades. Me interesa, en primer lugar, la arquitectura de esas redes y el papel que juega en ciertos asuntos y, en segundo lugar, como va variando esa arquitectura para preguntarnos si esa variación en el tiempo nos llevará a la sostenibilidad o a la fragilidad.

    Como complemento a este texto os proponemos además la lectura de un trabajo anterior de Juan Urrutia “Aburrimiento, Rebeldía y Ciberturbas” al que hace referencia en “¿Sostenibilidad? Fraternidad, Comunidad y Redes”.

  9. REDES (Una reflexión para economistas “enredados”)

    Nota: Este pequeño trabajo es una puesta al día de algunas ideas contenidas en el capítulo III de la primera parte del Capitalismo que viene.

    Hace nueve años que el término “nueva economía” adquirió carta de naturaleza en los medios españoles con un retraso comprensible respecto a los EE.UU. La idea que ese término refleja es mucho más compleja que lo que la revolución de las tecnologías de la información y de comunicación puede evocar. Para caracterizarla en su conjunto hace falta destacar un rasgo fundamental ya cristalizado bajo el nombre de “efecto red”. Según este efecto cuanto más grande es una red más merece la pena incorporarse a ella y este hecho genera unos rendimientos crecientes por parte de la demanda que, a su vez, explican la estrategia empresarial de “tomar la posición” (siendo el primero en tratar de copar un mercado) o la de “establecer un standard” (regalando una invención). En ambos casos es posteriormente muy difícil desplazar al pionero o al inventor generoso, de forma que éstos pueden explotar con tranquilidad sus rentas de monopolio.

    ⇒ Leia mais

Agenda

  1. No dia 27 de setembro de 2008, um sábado, será lançado o Nodo-de-São-Paulo da Escola-de-Redes. Em breve vamos informar horário, local e a pauta.

  2. Participantes de Lançamento do nodo da Escola de RedesLançamento do nodo da Escola de Redes no Brasil

    20/06/08 - 19 a 22hs.

    CIETEP, Curitiba

    Lançamento do nodo da Escola-de-Redes no Brasil durante a pós-Conferência ao GFAL, aberta ao público, sob o tema Redes e Sustentabilidade, com a presença de David de Ugarte, Juan Urrutia, Augusto de Franco e Rodrigo Loures.

  3. David de Ugarte pra Apresentação do planejamento da Escola de RedesApresentação do planejamento da Escola de Redes

    21/06/08 - 9 a 18hs.

    Hotel La Dolce Vita, arredores de Curitiba

    Apresentação do planejamento da Escola de Redes e da Revista de Redes no Segundo Encontro com David de Ugarte.

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