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	<title>Escola de Redes &#187; Artigos</title>
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	<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 13:58:02 +0000</pubDate>
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		<title>Temos agora mais um meio de interação</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 21:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augustodefranco</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O site www.vintequatro.com foi reformatado para tal objetivo. Agora é um site de comunicação livre e aberta da Escola-de-Redes. Qualquer um pode publicar artigos, imagens e vídeos.
Em breve o endereço deste site será www.redes.org.br (estamos redirecionando).
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site <a href="http://www.vintequatro.com/"><span style="color: #b85b5a;">www.vintequatro.com</span></a> foi reformatado para tal objetivo. Agora é um site de comunicação livre e aberta da Escola-de-Redes. Qualquer um pode publicar artigos, imagens e vídeos.</p>
<p>Em breve o endereço deste site será <a href="http://www.redes.org.br/"><span style="color: #0066cc;">www.redes.org.br</span></a> (estamos redirecionando).</p>
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		<title>Um novo projeto</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 14:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augustodefranco</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto o livro &#8220;Escola de Redes: Novas visões sobre a sociedade, o desenvolvimento, a Internet, a política e o mundo glocalizado&#8221; está no prelo, acabo de terminar um outro livro. Será o segundo volume da série. &#8220;Escola de Redes: Tudo que é sustentável tem o padrão de rede. Sustentabilidade empresarial e responsabilidade corporativa no século [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto o livro &#8220;Escola de Redes: Novas visões sobre a sociedade, o desenvolvimento, a Internet, a política e o mundo glocalizado&#8221; está no prelo, acabo de terminar um outro livro. Será o segundo volume da série. &#8220;Escola de Redes: Tudo que é sustentável tem o padrão de rede. Sustentabilidade empresarial e responsabilidade corporativa no século 21&#8243;. Clique no título para dar uma olhada no índice.</p>
<p><strong>Índice</strong></p>
<p><strong>Apresentação</strong></p>
<p><strong>Tudo que é sustentável tem o padrão de rede</strong></p>
<p><strong>Parte 1</strong><br />
 Os fundamentos do conceito de sustentabilidade<br />
 Autopoiese<br />
 Interdependência, reciclagem, parceria, flexibilidade e diversidade<br />
 Desenvolvimento como rede de co-desenvolvimentos interdependentes<br />
 O capital social<br />
 Um resumo<br />
Notas e referências da Parte 1</p>
<p><strong>Parte 2</strong><br />
 Sustentabilidade não é propriedade do ambientalismo<br />
 É mais provável que o planeta se canse de nos salvar&#8230;<br />
 A vida é um valor principal, mas não o único<br />
 Uma definição insustentável de sustentabilidade empresarial<br />
 Vejam só! Esqueceram da política<br />
 Responsabilidade social como marketing não adianta muito<br />
 O modelo da empresa que “funciona bem” não serve<br />
 Nada pode durar para sempre: sustentável é o que muda, não o que permanece como está<br />
 Não existe um caminho para a sustentabilidade<br />
 Sustentabilidade não é um know how, mas um modo-de-ser<br />
Notas e referências da Parte 2</p>
<p><strong>Parte 3</strong><br />
 Por que redes?<br />
 O que são redes?<br />
 Redes propriamente ditas são apenas as redes distribuídas<br />
 As redes sociais não são uma invenção contemporânea<br />
 Redes sociais não são redes digitais<br />
 Redes sociais não são clubes seletos de pessoas cooperativas<br />
 Hubs, inovadores e netweavers: os novos papéis sociais nas redes<br />
 Netweaving em redes sociais<br />
 Resistindo às quatro tentações que impedem ou dificultam o netweaving<br />
 As redes não duram para sempre e nem são feitas para crescer<br />
 A rede não é um instrumento para fazer a mudança. Ela já é a mudança<br />
 Uma rede só funciona quando existe<br />
 Uma rede começa sempre com uma rede<br />
 Começando a animar a rede<br />
 A rede “acontecendo”<br />
Notas e referências da Parte 3</p>
<p><strong>Parte 4</strong><br />
 Afinal, o que é mesmo uma empresa?<br />
 Da empresa-pirâmide para a empresa-rede<br />
 O objetivo do trabalho em rede é a própria rede<br />
 A ilusão do marketing viral<br />
 Um roteiro para a transição<br />
 E depois&#8230;<br />
Notas e referências da Parte 4</p>
<p><strong>Epílogo</strong></p>
<p>Indicações de leitura</p>
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		<title>Estudo revive teoria dos seis graus de separação</title>
		<link>http://www.escoladeredes.org/artigos/estudo-revive-teoria-dos-seis-graus-de-separacao/</link>
		<comments>http://www.escoladeredes.org/artigos/estudo-revive-teoria-dos-seis-graus-de-separacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 15:21:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[da BBC Brasil, 04/08/2008
Um estudo feito nos Estados Unidos concluiu que a teoria dos seis graus de separação &#8212; segundo a qual apenas seis pessoas separam você de qualquer indivíduo no mundo &#8212; pode estar correta, embora talvez sete graus seja um número mais exato.
Pesquisadores da Microsoft estudaram os endereços de pessoas que enviaram 30 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>da <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/08/080804_seisgraus_teoria_mv.shtml"><strong>BBC Brasil, </strong>04/08/2008</a></p>
<p>Um estudo feito nos Estados Unidos concluiu que a teoria dos seis graus de separação &#8212; segundo a qual apenas seis pessoas separam você de qualquer indivíduo no mundo &#8212; pode estar correta, embora talvez sete graus seja um número mais exato.</p>
<p>Pesquisadores da Microsoft estudaram os endereços de pessoas que enviaram 30 bilhões de mensagens instantâneas usando o programa MSN Messenger durante um único mês em 2006.</p>
<p>Quaisquer duas pessoas estão conectadas por, em média, sete ou menos conhecidos - dizem os especialistas.</p>
<p>A teoria dos seis graus de separação, criada na década de 1960, exerce fascínio sobre muitos, e inspirou um filme homônimo, dirigido por Fred Schepisi e lançado em 1993.</p>
<p>Em 2006, no entanto, foi questionada por uma especialista e caiu em descrédito.</p>
<p>Em entrevista ao jornal americano Washington Post, um dos pesquisadores envolvidos no projeto Messenger, Eric Horvitz, disse que ele próprio tinha ficado chocado com os resultados.</p>
<p>&#8220;O que nós estamos vendo indica que talvez exista uma constante de conectividade social para a humanidade&#8221;, disse Horvitz.</p>
<p>&#8220;As pessoas já suspeitavam de que nós todos somos realmente muito próximos. Mas estamos mostrando em grande escala que esta idéia vai além do folclore&#8221;.</p>
<p><strong>Mito</strong></p>
<p>O banco de dados usado por Horvitz e seu colega Jure Leskovec envolveu toda a rede de mensagens instantâneas da Microsoft &#8211;cerca de metade de todo o tráfego de mensagens instantâneas do mundo&#8211; enviadas em junho de 2006.</p>
<p>Para o estudo, duas pessoas foram consideradas conhecidas se tinham enviado ao menos uma mensagem instantânea uma à outra.</p>
<p>Tentando chegar ao menor número de elos da corrente necessários para conectar todos os usuários incluídos no banco de dados, os pesquisadores concluíram que a média era de 6,6 elos e que 78% dos pares poderiam ser conectados por sete ou menos pessoas.</p>
<p>A teoria dos seis graus de separação foi criada pelo psicólogo americano Stanley Milgram após uma série de experimentos conhecida como Small World (mundo pequeno) onde ele pedia a uma pessoa que passasse uma carta a outra, desde que essa outra pessoa fosse conhecida.</p>
<p>O objetivo era que a carta chegasse a uma determinada pessoa, desconhecida da primeira, que vivia em uma outra cidade.</p>
<p>Segundo Milgram, o número médio de vezes que a carta foi passada foi seis - daí a teoria dos seis graus de separação.</p>
<p>Em julho de 2006, entretanto, a psicóloga Judith Kleinfeld, da Alaska Fairbanks University, analisou as anotações da pesquisa original de Milgram e verificou que 95% das cartas não haviam chegado ao seu destinatário final.</p>
<p>Ela concluiu que a teoria dos seis graus não passava de um mito.</p>
<p>Mas a equipe da Microsoft disse que seu estudo valida pela primeira vez, em escala planetária, a teoria de Milgram.</p>
<p><!--noindex--></p>
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		<title>Cinco claves para trabajar en red fructíferamente</title>
		<link>http://www.escoladeredes.org/artigos/cinco-claves-para-trabajar-en-red-fructiferamente/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 20:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deugarte</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[Español]]></category>

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		<description><![CDATA[Mi aporte a la inauguración del primer nodo de la Escuela de Redes, ayer en Curitiba:

No hay que construir organización, no es necesario &#8212;ni positivo&#8212; fijar estructuras en una red distribuida. Es justo el modelo contrario al del activismo de los siglos XIX y XX, la organización preexiste y es la propia red distribuida.

Cuando la [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="note">Mi aporte a la inauguración del primer nodo de la Escuela de Redes, ayer en Curitiba:</p>
<ol>
<li><strong>No hay que construir organización</strong>, no es necesario &mdash;ni positivo&mdash; fijar estructuras en una <a href="http://deugarte.com/wiki/contextos/red%20distribuida">red distribuida</a>. Es justo el <a href="http://www.deugarte.com/del-activismo-al-ciberactivismo-un-viaje-de-ficcion-i">modelo contrario al del activismo de los siglos XIX y XX</a>, la organización preexiste y es la propia <a href="http://deugarte.com/wiki/contextos/red%20distribuida">red distribuida</a>.</li>
<li>
<p><strong>Cuando la <a href="http://deugarte.com/wiki/contextos/comunidad">comunidad</a> emerge, no existe para ningún fin</strong> distinto del de la propia <a href="http://deugarte.com/wiki/contextos/interacción">interacción</a> de sus miembros. No tiene sentido por ejemplo hablar de lo que debería hacer u ofrecer la <a href="http://escoladeredes.org/">Escola de redes</a>. Como dice nuestro amigo <a href="http://deugarte.com/wiki/contextos/Augusto%20de%20Franco">Augusto de Franco</a>, la escuela es la red: no hay una institución que ofrezca o “haga” nada, no hay un sujeto colectivo, aunque se comparta una <a href="http://deugarte.com/wiki/contextos/identidad">identidad</a>, el proceso de aprendizaje emerge de la propia <a href="http://deugarte.com/wiki/contextos/interacción">interacción</a>, no de la <a href="http://deugarte.com/wiki/contextos/participación">participación</a> en proyectos lanzados de arriba a abajo. Así que si queremos aprender o investigar sobre, pongo por caso, bibliotecas en red, lo mejor que podemos hacer es documentar por nuestra cuenta y abrir un debate en la red sobre ello.</p>
</li>
<li>
<p>Las <a href="http://www.deugarte.com/francia-de-la-algarada-al-swarming">algaradas francesas del 2005</a> nos enseñaron que <strong>una <a href="http://deugarte.com/wiki/contextos/red%20distribuida">red distribuida</a> puede crecer extendiendo el conocimiento que ya ha alcanzado, sin tener que repetir una y otra vez su debate interno y el proceso de aprendizaje <em>original</em></strong>. Para ello tan sólo es necesario que el crecimiento no sea una mera interconexión entre nodos sueltos o <em>representantes</em> de subredes por muy distribuidas que sean cada una de estas. Si la red crece de forma distruida, no conectando líderes, sino un número amplio de nodos entre si, las experiencias de cada red pasan a formar parte del conjunto de experiencias de cada una de ellas.</p>
</li>
<li>
<p>En ningún caso este conocimiento es único, tiene una única posición. La <a href="http://deugarte.com/wiki/contextos/plurarquía">plurarquía</a> que mueve la capacidad adaptativa, innovadora, de las redes, se basa en la <strong>diversidad</strong>.<strong> Esa diversidad, esa divergencia de pareceres, es fundamental para la <a href="http://deugarte.com/wiki/contextos/sostenibilidad">sostenibilidad</a> de la red</strong>. ¿Por qué? Porque <a href="http://www.deugarte.com/darwin-en-el-ciberespacio">cuantas más alternativas sean exploradas más aumentarán las probabilidades de supervivencia ante cambios en el medio</a>.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Las redes que no celebran, no merecen tener nada que celebrar</strong>. La celebración, la fiesta, lo <a href="http://www.deugarte.com/epica-y-lirica-en-el-relato-de-los-blogs">lúdico</a> y lo <a href="http://www.deugarte.com/la-lirica-la-felicidad-y-el-poder-de-las-redes">lírico</a> es fundamental para la generación de confianza… y la confianza es el capital de las redes sociales, la base del <a href="http://deugarte.com/wiki/contextos/capital%20social">capital social</a> de una red.</p>
</li>
</ol>
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		</item>
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		<title>Para se conectar à Escola-de-Redes</title>
		<link>http://www.escoladeredes.org/artigos/para-se-conectar-a-escola-de-redes/</link>
		<comments>http://www.escoladeredes.org/artigos/para-se-conectar-a-escola-de-redes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 12:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augustodefranco</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[As pessoas que quiserem se conectar à Escola-de-Redes podem, provisoriamente - enquanto não estiver concluído o desenvolvimento do sistema próprio para isso - deixar seu nome e e-mail corretos clicando aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas que quiserem se conectar à Escola-de-Redes podem, provisoriamente - enquanto não estiver concluído o desenvolvimento do sistema próprio para isso - deixar seu nome e e-mail corretos clicando <a href="http://escoladeredes.wordpress.com/2008/06/20/pessoas-conectadas/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Não reunir é a derradeira ordenação&#8221;</title>
		<link>http://www.escoladeredes.org/artigos/nao-reunir-e-a-derradeira-ordenacao/</link>
		<comments>http://www.escoladeredes.org/artigos/nao-reunir-e-a-derradeira-ordenacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 11:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augustodefranco</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#201; hoje o dia do lan&#231;amento da Escola-de-Redes, durante a P&#243;s-Confer&#234;ncia Aberta ao GFAL &#8220;Redes Sociais e Sustentabilidade&#8221;, da qual participarei, juntamente com David de Ugarte, em mesa coordenada por Rodrigo da Rocha Loures. Ser&#225; &#224;s 19 horas, no CIETEP, em Curitiba e a entrada &#233; franca, embora as vagas sejam fisicamente limitadas. Quem n&#227;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&Eacute; hoje o dia do lan&ccedil;amento da Escola-de-Redes, durante a P&oacute;s-Confer&ecirc;ncia Aberta ao GFAL &ldquo;Redes Sociais e Sustentabilidade&rdquo;, da qual participarei, juntamente com David de Ugarte, em mesa coordenada por Rodrigo da Rocha Loures. Ser&aacute; &agrave;s 19 horas, no CIETEP, em Curitiba e a entrada &eacute; franca, embora as vagas sejam fisicamente limitadas. Quem n&atilde;o puder comparecer, pode assistir tudo pela internet no site do <a href="http://www.globalforum.com.br">Global F&oacute;rum</a>.</p>
<p>Complementando minha vis&atilde;o da escola, publicada no <em>post</em> abaixo, aduzo aqui mais algumas reflex&otilde;es pessoais.</p>
<p>A Escola-de-Redes, no que depender de mim, nunca ser&aacute; um grupo com um prop&oacute;sito que n&atilde;o possa ser p&uacute;blico e compartilhado por todos os que dela participam. J&aacute; faz muito tempo que n&atilde;o organizo nem me agrego a grupos, patotas, igrejinhas, convent&iacute;culos que adotam dois programas &mdash;um para dentro e outro para fora&mdash; e, assim, pensam sua atua&ccedil;&atilde;o no mundo de forma t&aacute;tica, procurando cativar pessoas ou captar sua confian&ccedil;a, &ldquo;fazer amigos&rdquo;, usar a diplomacia para atingir seus objetivos. Depois de muitos anos de batalhas infrut&iacute;feras e de algum sofrimento, cheguei &agrave; conclus&atilde;o de que esse tipo de atua&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute;, vamos dizer assim (e n&atilde;o apenas porque sustentabilidade seja o tema da hora), eticamente sustent&aacute;vel, pois que leva necessariamente &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o das pessoas como instrumentos, manipulando-as em prol de desideratos que elas n&atilde;o tiveram a chance de compartilhar.</p>
<p>N&atilde;o temos nem que ganhar as pessoas para a nossa causa, nem de us&aacute;-las como escadas para a realiza&ccedil;&atilde;o de nossos objetivos. Para qu&ecirc;? Isso &eacute; uma ilus&atilde;o eg&oacute;ica: n&atilde;o vamos mesmo a lugar nenhum sem os outros. Por isso, imagino que devamos sempre estimular a diversidade de opini&otilde;es, de vis&otilde;es, de pontos de vista. O objetivo coletivo deve ser a poliniza&ccedil;&atilde;o m&uacute;tua de id&eacute;ias e comportamentos. Somente assim ser&aacute; poss&iacute;vel permanecermos abertos &agrave; mudan&ccedil;a das nossas pr&oacute;prias opini&otilde;es, vis&otilde;es e pontos de vista e atitudes.</p>
<p>N&atilde;o-alinhar. N&atilde;o-reunir (como dizia Frank Herbert, numa passagem do &ldquo;Messias de Duna&rdquo; que n&atilde;o me canso de citar: <em>&ldquo;N&atilde;o reunir &eacute; a derradeira ordena&ccedil;&atilde;o&rdquo;</em>). N&atilde;o criar espa&ccedil;os internos mais-estrat&eacute;gicos do que os externos (ou seja, <strong>n&atilde;o-separar</strong>).</p>
<p>N&atilde;o tra&ccedil;ar caminhos para os outros. N&atilde;o criar sulcos para fazer escorrer por eles as coisas que ainda vir&atilde;o. N&atilde;o tentar administrar o futuro. O desafio do novo nomadismo que est&aacute; emergindo – n&atilde;o o nomadismo de grupos, de pessoas reunidas, e sim o nomadismo de pessoas conectadas em rede – &eacute; saber aceitar ou suportar a incerteza e a imprevisibilidade.</p>
<p>Toda rede &eacute; um conjunto de caminhos. Todo caminho &eacute; uma caminhada para o futuro. E cada caminho &eacute; uma possibilidade diferente de futuro. Se algu&eacute;m est&aacute; conectado a duas pessoas, tem dois caminhos, duas possibilidades diferentes de futuro. Se estiver conectado a dez pessoas, s&atilde;o dez possibilidades de inova&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o dez oportunidades, s&atilde;o dez portas diferentes para o futuro. S&atilde;o dez p&iacute;lulas de cores diversas que &mdash;para lembrar a excelente met&aacute;fora do filme <em>The Matrix</em>&mdash; Neo pode tomar.</p>
<p>Ainda que a Escola-de-Redes possa ter nodos formados por grupos locais de pessoas, penso que a conex&atilde;o mais importante &mdash;o principal constituinte da escola&mdash; &eacute; aquela feita por pessoas dispersas que querem cooperar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como eu vejo a ESCOLA-DE-REDES</title>
		<link>http://www.escoladeredes.org/artigos/como-eu-vejo-a-escola-de-redes/</link>
		<comments>http://www.escoladeredes.org/artigos/como-eu-vejo-a-escola-de-redes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 09:32:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augustodefranco</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em primeiro lugar dou a minha vers&#227;o da not&#237;cia. Depois fa&#231;o alguns coment&#225;rios, tamb&#233;m pessoais.
A not&#237;cia: O lan&#231;amento da ESCOLA-DE-REDES no Brasil
No dia 20 de junho de 2008, ap&#243;s o encerramento formal do GFAL (Global F&#243;rum Am&#233;rica Latina), na P&#243;s-Confer&#234;ncia Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade, ser&#225; lan&#231;ado, em Curitiba, o primeiro nodo no Brasil da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em primeiro lugar dou a minha vers&atilde;o da not&iacute;cia. Depois fa&ccedil;o alguns coment&aacute;rios, tamb&eacute;m pessoais.</p>
<h4>A not&iacute;cia: O lan&ccedil;amento da ESCOLA-DE-REDES no Brasil</h4>
<p>No dia 20 de junho de 2008, ap&oacute;s o encerramento formal do GFAL (Global F&oacute;rum Am&eacute;rica Latina), na P&oacute;s-Confer&ecirc;ncia Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade, ser&aacute; lan&ccedil;ado, em Curitiba, o primeiro nodo no Brasil da Escola-de-Redes.</p>
<p>Escola-de-Redes &eacute; uma rede de pessoas dedicadas &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica e &agrave; dissemina&ccedil;&atilde;o de conhecimentos sobre redes sociais e &agrave; cria&ccedil;&atilde;o e transfer&ecirc;ncia de tecnologias de <em>netweaving</em>.</p>
<p>Do ponto de vista te&oacute;rico, o estudo das redes sociais e das suas rela&ccedil;&otilde;es com a democracia (e a pluriarquia) e o desenvolvimento (ou a sustentabilidade), sobretudo com o desenvolvimento local, na perspectiva do localismo cosmopolita (ou glocalismo), constitui o foco central das investiga&ccedil;&otilde;es dos pesquisadores conectados a esse primeiro nodo da Escola-de-Redes.</p>
<p>Do ponto de vista pr&aacute;tico, os processos de <em>netweaving</em>, quer dizer, de articula&ccedil;&atilde;o e anima&ccedil;&atilde;o de redes sociais distribu&iacute;das, constitui o tema principal das atividades de capacita&ccedil;&atilde;o e/ou transfer&ecirc;ncia de tecnologias da Escola.</p>
<p><span id="more-7"></span></p>
<p>A Escola-de-Redes &eacute; um misto de escola mesmo (ambiente favor&aacute;vel &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de processos educativos) e think tank, ambos organizados em rede. &Eacute; uma coliga&ccedil;&atilde;o de pessoas e grupos que integram comunidades de projeto e de pr&aacute;tica, de aprendizagem e de pesquisa.</p>
<p>N&atilde;o &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o hier&aacute;rquica e nem uma articula&ccedil;&atilde;o centralizada ou descentralizada de institui&ccedil;&otilde;es ou organiza&ccedil;&otilde;es formais. Em &uacute;ltima inst&acirc;ncia, s&atilde;o &ldquo;apenas&rdquo; pessoas, conectadas em rede, que cooperam entre si para desenvolver os temas acima, compartilham voluntariamente seus conhecimentos e divulgam e aplicam os produtos que desenvolveram.</p>
<p>Cada grupo de pessoas que, em uma determinada localidade, resolver constituir um nodo da Escola-de-Redes, ter&aacute; total autonomia para estabelecer sua pr&oacute;pria agenda de atividades, sua estrutura e seu regime de funcionamento, desde que assuma os objetivos acima, n&atilde;o se organize segundo padr&otilde;es hier&aacute;rquicos e conte com a concord&acirc;ncia dos que j&aacute; est&atilde;o conectados &agrave; Escola.</p>
<p>A Escola-de-Redes promover&aacute; estudos e pesquisas, cursos, encontros, confer&ecirc;ncias e publica&ccedil;&otilde;es. Organizar&aacute; bibliotecas f&iacute;sicas e virtuais e espa&ccedil;os de leitura individual (lectoria), de reflex&atilde;o coletiva e de trabalho conjunto.</p>
<p>A apresenta&ccedil;&atilde;o do planejamento do nodo da Escola-de-Redes e da Revista de Redes em Curitiba ser&aacute; feita no dia 21 de junho de 2008, no Segundo Encontro com <a href="http://deugarte.com">David de Ugarte.</a></p>
<p>Desse planejamento &mdash;ainda em discuss&atilde;o&mdash; poder&atilde;o constar, para o corrente ano de 2008, dentre outras atividades: a oferta do Primeiro Curso de Inverno sobre Redes Sociais; o lan&ccedil;amento do n&uacute;mero inaugural da Revista-de-Redes em formato virtual e em papel, inicialmente nos idiomas Portugu&ecirc;s/Espanhol miscigenados; o lan&ccedil;amento da vers&atilde;o brasileira da <a href="http://coleccionplanta29.com">Coll&eacute;cion Planta 29</a>, que traduzir&aacute; e publicar&aacute; em portugu&ecirc;s alguns livros publicados na Espanha (e vice-versa) que tenham a ver com o tema das redes sociais; a Primeira Confer&ecirc;ncia Internacional sobre Redes Sociais; e a oferta do Primeiro Curso de Ver&atilde;o sobre Redes Sociais.</p>
<h4>Meus coment&aacute;rios</h4>
<p>N&atilde;o estou participando da funda&ccedil;&atilde;o, para usar a feliz express&atilde;o de David de Ugarte, de uma “nova burocracia associacionista” (como a das ONGs). A Escola-de-Redes n&atilde;o &eacute; mais uma ONG e nem uma frente ou coliga&ccedil;&atilde;o de organiza&ccedil;&otilde;es hier&aacute;rquicas da sociedade civil.</p>
<p>Ainda bem. Sim, pois boa parte dessas organiza&ccedil;&otilde;es que se dizem defensoras de uma democracia supostamente mais substantiva, mais social ou mais participativa, raramente pode praticar o que prega no seu interior. Por que? Ora, porque s&atilde;o, via de regra, organiza&ccedil;&otilde;es piramidais, quase sem rotatividade em suas dire&ccedil;&otilde;es: pequenos castelos, igrejinhas, feudos de algum cacique (muitas vezes de fam&iacute;lias), quando n&atilde;o ligadas ao sistema clientelista de governos populistas.</p>
<p>A Escola-de-Redes, no que depender de mim e dos meus parceiros iniciais, n&atilde;o ter&aacute; financiamentos governamentais. Poder&aacute;, sim, prestar servi&ccedil;os a governos, empresas e organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil. Por meio de seus membros conectados, poder&aacute; fazer trabalhos volunt&aacute;rios e trabalhos remunerados. Mas n&atilde;o viver&aacute; de verbas p&uacute;blicas conseguidas a partir do apadrinhamento pol&iacute;tico, do lobby, daquela intermedia&ccedil;&atilde;o profissional de recursos na qual se especializaram os agentes dessas verdadeiras “empresas de coliga&ccedil;&otilde;es” em que se transformaram v&aacute;rios partidos do nosso velho sistema representativo.</p>
<p>Desnecess&aacute;rio dizer que n&atilde;o poder&aacute; ser usada para fins partid&aacute;rios ou corporativos, nem mesmo poder&aacute; ser, de qualquer forma ou por qualquer meio, direto ou indireto, associada a esses fins.</p>
<p>N&atilde;o imagino, igualmente, que devamos organizar qualquer novo tipo de “religi&atilde;o laica”, de institui&ccedil;&atilde;o filos&oacute;fica baseada em princ&iacute;pios ou valores, como parece estar em voga nos dias que correm. Nada de princ&iacute;pios e valores definidos top down, nem mesmo os chamados princ&iacute;pios de sustentabilidade (t&atilde;o em moda na atualidade). Nada de divulgar princ&iacute;pios e valores para fazer a cabe&ccedil;a dos outros, para educar os semelhantes ou gui&aacute;-los por alguma senda. Nada de possuir a “proposta correta” ou a “ideologia verdadeira” para alcan&ccedil;ar qualquer tipo de utopia, seja ela o imp&eacute;rio milenar dos seres superiores ou escolhidos, o reino da liberdade e da abund&acirc;ncia para todos, para redimir a humanidade ou parte dela ou para salvar de algum modo a esp&eacute;cie humana ou o planeta. Quem quer afirmar princ&iacute;pios e valores deve viv&ecirc;-los na pr&aacute;tica da sua experi&ecirc;ncia social. J&aacute; foi o tempo dos proselitismos de qualquer natureza.</p>
<p>Se nos dedicamos &agrave; pesquisa e &agrave; experi&ecirc;ncia com redes sociais, temos que tentar nos organizar e trabalhar em rede. Para mim, isso basta.</p>
<p>N&atilde;o &eacute; trivial assumir as conseqü&ecirc;ncias dessa op&ccedil;&atilde;o pessoal. Significa banir da “wikipedia mem&eacute;tica” aquele conjunto de programas verticalizadores (que fica l&aacute; arquivado no subsolo da nossa consci&ecirc;ncia gerando puls&otilde;es de morte: de obstruir, separar, excluir) que infundem virtudes autocr&aacute;ticas, ainda muito valorizadas em alguns meios, como ordem, hierarquia, disciplina, obedi&ecirc;ncia, controle, vigil&acirc;ncia (ou patrulha) e puni&ccedil;&atilde;o e fidelidade impostas de cima para baixo. Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, algumas empresas inovadoras &mdash;que n&atilde;o t&ecirc;m vergonha de assumir que o lucro &eacute; uma obriga&ccedil;&atilde;o (n&atilde;o um objetivo)&mdash; est&atilde;o conseguindo se desvencilhar dessa heran&ccedil;a cultural autorit&aacute;ria com mais facilidade do que as organiza&ccedil;&otilde;es sem fins lucrativos (ditas progressistas e democr&aacute;ticas) da sociedade civil.</p>
<p>Bom, &eacute; isso a&iacute;. Para participar da Escola-de-Redes ningu&eacute;m &eacute; obrigado a concordar com meus pontos de vista. Mas cumpro aqui a obriga&ccedil;&atilde;o de declar&aacute;-los.</p>
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		<title>&#191;Sostenibilidad? Fraternidad, Comunidad y Redes</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 07:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juanurrutia</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Para la intervención en la Post-Conferencia sobre Redes y Sostenibilidad dentro del marco del GFAL Am&#233;rica Latina, Juan Urrutia ha preparado un texto: &#8220;&#191;Sostenibilidad? Fraternidad, Comunidad y Redes&#8221;.
En esta reflexi&#243;n, Juan Urrutia aborda la sostenibilidad desde un punto de vista hol&#237;stico planteando cuatro ejes relacionados entre s&#237; y cruciales para la la sostenibilidad social: Fraternidad, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para la intervención en la <a href="http://www.globalforum.com.br/imagens/folder.pdf">Post-Conferencia sobre Redes y Sostenibilidad</a> dentro del marco del <a href="http://www.globalforum.com.br">GFAL Am&eacute;rica Latina</a>, Juan Urrutia ha preparado un texto: <a href="http://www.escoladeredes.org/wp-content/uploads/SOSTENIBILIDAD_Juan.pdf"><em>&ldquo;&iquest;Sostenibilidad? Fraternidad, Comunidad y Redes&rdquo;</em></a>.</p>
<p>En esta reflexi&oacute;n, Juan Urrutia aborda la sostenibilidad desde un punto de vista hol&iacute;stico planteando cuatro ejes relacionados entre s&iacute; y cruciales para la la sostenibilidad social: Fraternidad, Comunidad, arquitectura de redes sociales y formas/evoluci&oacute;n que adoptan estas redes sociales.</p>
<blockquote><p>Me interesan &hellip;cuatro temas relacionados entre s&acute; y al mismo tiempo centrales para la sostenibilidad social. El primero de estos temas es el de la fraternidad como esa cualidad de los grupos humanos que los mantiene unidos. El segundo es c&oacute;mo esa fraternidad conforma comunidades humanas que comportan ciertas pautas de conducta y por ellas se diferencian de otras comunidades. El tercero y el cuarto de los temas que deseo tratar se refieren a la red social como forma que adoptan las comunidades. Me interesa, en primer lugar, la arquitectura de esas redes y el papel que juega en ciertos asuntos y, en segundo lugar, como va variando esa arquitectura para preguntarnos si esa variación en el tiempo nos llevar&aacute; a la sostenibilidad o a la fragilidad.</p>
</blockquote>
<p>Como complemento a este texto os proponemos adem&aacute;s la lectura de un trabajo anterior de Juan Urrutia <a href="http://juan.urrutiaelejalde.org/aburrimiento/">&ldquo;Aburrimiento, Rebeldía y Ciberturbas&rdquo;</a> al que hace referencia en <a href="http://www.escoladeredes.org/wp-content/uploads/SOSTENIBILIDAD_Juan.pdf">&ldquo;&iquest;Sostenibilidad? Fraternidad, Comunidad y Redes&rdquo;</a>.</p>
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		<title>REDES (Una reflexi&#243;n para economistas &#8220;enredados&#8221;)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 06:49:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juanurrutia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota: Este peque&#241;o trabajo es una puesta al d&#237;a de algunas ideas contenidas en el cap&#237;tulo III de la primera parte del Capitalismo que viene.
Hace nueve a&#241;os que el t&#233;rmino &#8220;nueva econom&#237;a&#8221; adquiri&#243; carta de naturaleza en los medios espa&#241;oles  con un retraso comprensible respecto a los EE.UU. La idea que ese t&#233;rmino refleja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="note"><strong>Nota</strong>: Este peque&ntilde;o trabajo es una puesta al d&iacute;a de algunas ideas contenidas en el cap&iacute;tulo III de la primera parte del Capitalismo que viene.</p>
<p>Hace nueve a&ntilde;os que el t&eacute;rmino &ldquo;nueva econom&iacute;a&rdquo; adquiri&oacute; carta de naturaleza en los medios espa&ntilde;oles  con un retraso comprensible respecto a los EE.UU. La idea que ese t&eacute;rmino refleja es mucho m&aacute;s compleja que lo que la revoluci&oacute;n de las tecnolog&iacute;as de la informaci&oacute;n y de comunicaci&oacute;n puede evocar. Para caracterizarla en su conjunto hace falta destacar un rasgo fundamental ya cristalizado bajo el nombre de &ldquo;efecto red&rdquo;. Seg&uacute;n este efecto cuanto m&aacute;s grande es una red m&aacute;s merece la pena incorporarse a ella y este hecho genera unos rendimientos crecientes por parte de la demanda que, a su vez, explican la estrategia empresarial de &ldquo;tomar la posici&oacute;n&rdquo; (siendo el primero en tratar de copar un mercado) o la de &ldquo;establecer un standard&rdquo; (regalando una invenci&oacute;n). En ambos casos es posteriormente muy dif&iacute;cil desplazar al pionero o al inventor generoso, de forma que &eacute;stos pueden explotar con tranquilidad sus rentas de monopolio.</p>
<p><span id="more-3"></span></p>
<p>Esta idea del efecto-red, crucial para la &ldquo;nueva econom&iacute;a&rdquo;, est&aacute; &iacute;ntimamente relacionada con la idea de comunidades o redes de personas (networks), por lo que merece la pena reflexionar sobre la naturaleza y propiedades de estas &uacute;ltimas si queremos aprender algo sobre comportamiento empresarial. A continuaci&oacute;n presento algunas reflexiones filos&oacute;fico-econ&oacute;micas que posiblemente sean todav&iacute;a demasiado especulativas, que para algunos pueden resultar incluso subversivas y que, en cualquier caso, pueden estar equivocadas. Pero, de verdad ¿por qu&eacute; no pensamos un poco todo esto despu&eacute;s de todos estos a&ntilde;os?.</p>
<p>Habr&aacute;n observado Uds. c&oacute;mo desde hace muchos a&ntilde;os y entre los j&oacute;venes, est&aacute;n floreciendo las redes, redes de ayuda mutua desde luego, pero tambi&eacute;n de identificaci&oacute;n ante el resto del mundo. Para los que ya ni siquiera peinamos canas este fen&oacute;meno tiene medio siglo y, de hecho, trae a la mente algunos recuerdos poco agradables de la profesi&oacute;n acad&eacute;mica. Lo que con grandilocuencia notable algunas tribus acad&eacute;micas llamaban &ldquo;escuelas&rdquo; no eran sino redes. La pertenencia a ellas te har&iacute;a acreedor a un puesto permanente en la academia cuando llegara tu hora y, adem&aacute;s, te identificaba con arreglo a alg&uacute;n rasgo profesional que, hay que decirlo, funcionaba m&aacute;s bien como etiqueta que como descriptor. No todas las redes han detener ese aspecto mafioso o retardatario. Las tribus urbanas que observamos m&aacute;s tarde carec&iacute;an del aspecto arrivista, aunque s&iacute; mostraban el identitario. Los clubes de golf podr&iacute;an ser otro ejemplo de red que a&ntilde;ade a los anteriores el aspecto informacional ya que, seg&uacute;n cuenta el t&oacute;pico, los links son un lugar apropiado para confidencias de negocios. Cada uno puede hacer su lista de redes, desde la masoner&iacute;a ochote pasando por los antiguos alumnos de una universidad o las casas regionales y similares. Estas redes nunca est&aacute;n acabadas del todo, no dejan de solaparse entre s&iacute;, pueden tener una vida ef&iacute;mera y a menudo, no conservan permanentemente a sus miembros. Pensemos en dos fen&oacute;menos que me parecen m&aacute;s recientes y novedosos que subrayan estos dos aspectos de las redes. Por un lado, los adolescentes de hoy tienen que encontrar su sitio entre guays, pijos y otros grupos identificadores y perfiladores de la personalidad. Por otro lado, los treinta&ntilde;eros remedan a los personajes de &ldquo;Friends&rdquo;, la serie televisiva, forman redes que les identifican frente a sus mayores, y les proporcionen una especie de socorros mutuos en el mercado laboral de hoy en d&iacute;a en el que el trabajo es bastante precario.</p>
<p>Entre todos los aspectos que he destacado el  fundamental para caracterizar una red es el identitario. La identidad genera confianza mutua, &eacute;sta disminuye los costes de transacci&oacute;n entre los miembros de la red y de ah&iacute; surgen todos los dem&aacute;s aspectos mencionados. Reflexionamos pues sobre algunas implicaciones de este aspecto identitario de una red. Para empezar notamos una tensi&oacute;n importante entre los que pertenecen y los que no pertenecen a la red. Si perteneces <em>eres alguien</em>, existes para los dem&aacute;s, bien como miembro de su misma red bien como miembro de otra red alternativa. Si no perteneces era un se an&oacute;nimo, <em>no eres nadie</em>, no existes. Esta tensi&oacute;n refleja una contradicci&oacute;n entre la que se mueve todo ser humano. En efecto todos sentimos simult&aacute;neamente el tir&oacute;n de la individualidad y la llamada de la especie. Esta &uacute;ltima nos reclama <em>ser alguien</em>, nos empuja a identificarnos con los otros como un remedo de eternidad; pero el tir&oacute;n de la individualidad nos arrastra a elaborar nuestra personalidad &uacute;nica como seres que conforman su propia clase y que no pertenecen a ninguna red, comunidad o tribu, es decir como seres que <em>no son nadie</em> a los ojos de los dem&aacute;s. En esta contradicci&oacute;n se fragua la individualidad.</p>
<p>Diversas resoluciones en esta contradicci&oacute;n dan origen a distintas formas de heroicidad o de realizaci&oacute;n humana. El h&eacute;roe rom&aacute;ntico sale de su ascesis an&oacute;nima para salvar al grupo que lo identifica. El antih&eacute;roe de novela negra que, disfrazado, no aspira m&aacute;s que a sobrevivir, acaba cediendo a la llamada de una buena causa pero sin integrarse en el colectivo que la defiende. Y, para esc&aacute;ndalo general, el santo m&iacute;stico puede persistir en su anonadamiento incluso ante el sufrimiento generalizado de los miembros de su comunidad. Pero todas estas figuras ret&oacute;ricas que dramatizan una tensi&oacute;n bien conocida por cualquiera con un m&iacute;nimo de capacidad de introspecci&oacute;n, pierden su cualidad ejemplar cuando tratamos de caracterizar la resoluci&oacute;n actual, quiz&aacute; posmoderna, de la tensi&oacute;n entre <em>ser alguien</em> y <em>ser nadie</em>. El cazador de marcas y asesino psic&oacute;tico de American Psycho, la novela de Bret Easton Ellis, <em>es alguien</em>, porque pertenece a  alguna red  identificada por una marca. De hecho es muchos alguienes porque no siempre lleva la misma marca. En el fondo <em>no es nadie</em> porque no es fiel a ninguna red en particular. Dramatiza art&iacute;sticamente al destino del individuo.</p>
<p>Esta forma postmoderna de resolver el conflicto humano que estoy tratando de glosar me parece novedosa aunque, no deja de tener procedentes ilustres. El aspecto novedoso es que se llega a la individuaci&oacute;n heroica no por la renuncia a pertenecer, sino por la proliferaci&oacute;n de pertenencias.  El ser m&aacute;s &uacute;nico, el m&aacute;s heroico, es el que pertenece a todas las redes posibles; aparentemente no est&aacute; aislado, siempre est&aacute; acompa&ntilde;ado pero nunca por la misma persona: hoy una y ma&ntilde;ana otra. Pertenece a todas las redes pero no se identifica con ninguna y en ninguna tienen los dem&aacute;s confianza en &eacute;l. Este ser es, como Spinoza, un  converso, un &ldquo;marrano&rdquo; en todas partes.</p>
<p>Para un economista esta forma postmoderna y contempor&aacute;nea de entender la resoluci&oacute;n del conflicto entre el <em>ser alguien</em> y el <em>no ser nadie</em> tiene unas reminiscencias conceptuales que debieran ser obvias si nos dejamos llevar por la imaginaci&oacute;n especulativa casi po&eacute;tica. Con independencia de sus consecuencias, la competencia perfecta es una situaci&oacute;n en la que interact&uacute;an, entre otros, los Spinozas de este mundo y, en el l&iacute;mite, s&oacute;lo los Spinozas de este mundo. En efecto, tal como sabemos por el trabajo de Ostroy, la competencia perfecta puede ser vista como la interacci&oacute;n entre monopolistas que <em>simult&aacute;neamente</em> consiguen explotar a tope sus rentas de monopolio, lo que s&oacute;lo es posible <em>simult&aacute;neamente</em> cuando ninguno de ellos tiene ning&uacute;n poder monop&oacute;lico. Pues bien, una situaci&oacute;n de interacci&oacute;n s&oacute;lo entre Spinozas es muy similar. Nadie tiene ning&uacute;n poder individual pues no puede influir en su comunidad debido a que, por pertenecer a todas, no es escuchado en ninguna. Y nadie puede pretender tener poder agrup&aacute;ndose con otros pues en toda red ya est&aacute;n todos los Spinozas. El ramalazo &aacute;crata que subyace a todo economista que cree en el mercado libre encuentra aqu&iacute; su satisfacci&oacute;n definitiva; nadie manda sobre nadie, el poder ha desaparecido y, sin embargo, la sociedad subsiste sostenida en el aire como una entelequia formada por infinidad de redes que se solapan y se &ldquo;enredan&rdquo; cada vez m&aacute;s evitando as&iacute; la disgregaci&oacute;n de los individuos en otras sociedades m&aacute;s peque&ntilde;as. Notemos que parad&oacute;jicamente, en esta situaci&oacute;n l&iacute;mite, la confianza mutua, a pesar de haber sido instrumento de la formaci&oacute;n de redes, ya no existe pues podemos decir que todo pr&oacute;jimo es un extranjero. Lo interesante es que la confianza ya no es necesaria pues nadie puede agredir ya que nadie tiene poder y, en consecuencia, nadie es agredido.</p>
<p>De una manera apenas hilvanada he llegado a describir una situaci&oacute;n l&iacute;mite que, a&uacute;n admitiendo que tenga reminiscencias econ&oacute;micas, parece excesivamente artificiosa. Y sin embargo est&aacute; aqu&iacute;, los &ldquo;b&aacute;rbaros&rdquo; llaman a las puertas. Las tribus mencionadas de adolescentes o de treinta&ntilde;eros, y todas las conformadas por las generaciones intermedias, tienen sus tel&eacute;fonos m&oacute;viles o sus ordenadores configurados de tal manera que cada uno sabe en cada momento con qu&eacute; comunidad est&aacute; comunicando y, por lo tanto, c&oacute;mo tiene que representarse. Por fin hoy, tenemos todos la oportunidad de poseer y cultivar nuestros muchos yoes, nuestras m&uacute;ltiples personalidades forjadas en nuestras m&uacute;ltiples lealtades.</p>
<p>Imaginemos la situaci&oacute;n cuando todo esto llegue a apoderarse de INTERNET, la red de redes,  cosa que ya est&aacute; a punto de ocurrir. En ese momento el mercado libre y perfecto se inaugura por primera vez.</p>
<p>Cuando haya llegado ese mundo que se nos viene encima muchas estrategias empresariales se ver&aacute;n contestadas; pero no s&oacute;lo las antiguas ya puestas en juego por la nueva econom&iacute;a, sino tambi&eacute;n las que hoy pretenden estar al d&iacute;a. La clave para comprender esta afirmaci&oacute;n est&aacute; en darse cuenta de que el &ldquo;efecto red&rdquo; lleva a la ampliaci&oacute;n y a la proliferaci&oacute;n de redes; pero cuando estas est&aacute;n ya completadas (por expresar de alguna manera la situaci&oacute;n l&iacute;mite en donde todo el mundo pertenece a  todas las redes o,  lo que es lo mismo podemos hablar de una red perfectamente distribuida) el &ldquo;efecto red&rdquo;  ha desaparecido. &ldquo;Tomar la posici&oacute;n&rdquo; en esta situaci&oacute;n l&iacute;mite (otra cosa es que pase por el camino) no quiere decir nada. Uno puede estar en el origen de una red; pero no hay ninguna garant&iacute;a de que esto constituye una barrera de entrada porque los rendimientos crecientes se han agotado. Cualquiera puede meter en la red de redes un sustitutivo que, a diferencia de lo que pasaba antes, configura casi inmediatamente una posici&oacute;n de liderazgo alternativa equivalente a tomar el centro de la cancha de squash desde alguna  s acumulan, las victorias. Y eso porque la velocidad de contagio es como la de la luz precisamente porque todos est&aacute;n en todas las redes. Similarmente &ldquo;establecer un standard&rdquo; puede tener un &eacute;xito brutal inmediato generaliz&aacute;ndose su uso, pero s&oacute;lo para ser desplazado a los quince minutos siguientes por otro Standard alternativo (el cuarto de hora de fama que todos tendremos seg&uacute;n Warhol). En consonancia con esto tambi&eacute;n ocurre que, en esa situaci&oacute;n l&iacute;mite, muchas reglas de gesti&oacute;n se ponen en entredicho pues la fidelizaci&oacute;n, tal como ya he dicho, no existe ni es necesaria. Tratar de formar a clientes y empleados en las nuevas tecnolog&iacute;as es hacerles cibernautas y por lo tanto libres e infieles. La idea de clientela no tiene sentido pues no hay permanencia en las relaciones. El &ldquo;sentir los colores&rdquo; de una empresa tampoco parece algo prometedor como objetivo de la estrategia de recursos humanos.</p>
<p>&ldquo;Todo esto llegar&aacute; quiz&aacute;s pero mientras tanto la situaci&oacute;n parece menos parad&oacute;jica y m&aacute;s manejable&rdquo; pensar&aacute;n muchos de los que me hayan seguido hasta aqu&iacute;. Las ideas aqu&iacute; expresadas no parecen tan peligrosas. Pero esperen porque todav&iacute;a queda la cruda reflexi&oacute;n final. Sabiendo todo esto, los que hoy tengan alg&uacute;n poder monop&oacute;lico procurar&aacute;n que su red no se expanda demasiado, restringir&aacute;n la entrada al club de su clientela para permitir la existencia de clubes de la competencia. Se coordinar&aacute;n impl&iacute;cita o expl&iacute;citamente entre s&iacute; para retrasar el advenimiento de la situaci&oacute;n descrita de forma que se  alargue el disfrute de su posici&oacute;n de poder alcanzada con inteligencia o con la connivencia del Estado. Esto representa un cambio de marcha del sistema capitalista. Ya no es funcional maximizar el valor pues esto puede acelerar la llegada de esa situaci&oacute;n l&iacute;mite en la que nadie tiene poder. Lo funcional es limitar la creaci&oacute;n de valor y as&iacute; se har&aacute; retrasando la llegada de un mundo de Spinozas. Los &aacute;cratas nos quedaremos a las puertas de su sue&ntilde;o, o quiz&aacute;s no, si atendemos a otras fuerzas desencadenadas por la importancia creciente de conocimiento como &uacute;nico input realmente imprescindible o por los procesos  globalizados adem&aacute;s de por el uso de las TIC en el ejercicio fren&eacute;tico de netwearing.</p>
<p>Acabo insinuando que no comprenderemos nada de lo que va a pasar en el mundo  los negocios o en la econom&iacute;a en general sino somos capaces de captar las fuerzas que se liberan cuando todos pertenecemos a todas las redes, cosa posible s&oacute;lo a  trav&eacute;s de la conversi&oacute;n y/o la traici&oacute;n.</p>
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